Há um maior risco de alguns grupos adquirirem infecções, independentemente de hospitalares ou comunitárias. Os recém-nascidos e os idosos, por exemplo, estão mais propensos a isso devido ao sistema imunológico ainda não ser totalmente desenvolvido ou à precariedade do mesmo, respectivamente. Portadores de diabetes, leucemia e câncer também estão entre os grupos que contraem mais facilmente infecções, além de pacientes sob efeito de imunosupressores (quimoterápicos e corticóides).
Além de os grupos acima citados, fumantes, obesos, desnutridos e pessoas sob stress também têm uma facilidade maior de contrair infecções, em especial as cirúrgicas. A alteração de barreiras como reflexos, desenvolvimento muscular, capacidade pulmonar e cardíaca também podem aumentar as chances de contaminação através de infecções.
O desenvolvimento de infecções hospitalares se dão a partir da combinação de alguns fatores, além de as defesas individuais (anteriormente descritas). O grau de agressividade dos microorganismos patológicos e o modo de transmissão (ou de entrada) do microorganismo no organismo humano contribuem substancialmente para que as infecções desenvolvam-se. Os modos de transmissão são através do contato, do ar, de vetores ou de uma fonte comum (um mesmo tratamento destinado a várias pessoas).
Os hospitais podem evitar o risco de contaminação de seus pacientes contratando equipes especializadas em programas de prevenção e controle de infecções hospitalares – o que é inclusive exigido por lei. Fazer com que esses programas funcionem de maneira adequada também é obrigação das instituições hospitalares.
O simples ato de LAVAR AS MÃOS antes e após o contato com os pacientes e após as eliminações, é o principal modo de evitar a transmissão das infecções hospitalares. A LIMPEZA do ambiente e dos materiais usados por pacientes é outro dos modos de evitar que as infecções se propaguem. Alguns materiais, porém, necessitam também de um procedimento conhecido como DESINFECÇÃO, seja por meio de soluções químicas ou através de aquecimento por fervura.
É fato que o percentual de infecções hospitalares jamais chegará a zero, já que os hospitais atendem diferentes pessoas com suas distintas suscetibilidades e práticas. Não há uma taxa “aceita” no Brasil, já que não são feitos estudos representativos nessa área. E é aí que reside um dos maiores problemas, já que o percentual de infeccções só aumenta nos hospitais brasileiros (tanto públicos quanto particulares) e não há pesquisas que busquem solucionar esse cenário. Isso só conota o descaso no qual a saúde pública brasileira se encontra há muito tempo.
3 recados de geladeira:
O chamado SUS é uma instituição falida. E o pior é que, pagamos muito caro por um atendimento péssimo. Quem tem condições de pagar um plano privado, acaba pagando duas vezes.
Vou te confessar uma coisa:
Morro de medo quando vou ao hospital e tenho que fazer algum exame, fico olhando fixo para as agulhas, seringas, pauzinhos, papéis, luvas e tudo mais...
Infecção é coisa séria...
Obrigado pela consciencia!!
Beijos
Realmente, tem que ter muito cuidado.
Beijos =)
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