A busca pela perfeição sempre foi um dos objetivos do homem, sendo uma das motivações para o desenvolvimento de técnicas e tecnologias avançadas em todos os campos do conhecimento. O texto perfeito não pode apenas conduzir o leitor através de uma noção do acontecimento relatado, mas cabe ao texto transmitir sensações através de palavras – de forma que o leitor sinta-se no contexto relatado. Para isso, é preciso que o texto seja redigido com clareza e, além disso, que ele seduza o leitor de maneira a satisfazê-lo tanto na abordagem do tema quanto no conteúdo. O “quando” e o “quê” o texto vai informar importam menos que “como” o tema será elaborado.
Valoriza-se muito o aspecto da customização do leitor, ou seja, de fazer o leitor sentir que aquele texto foi elaborado para ele. O texto perfeito, porém, tenta conciliar essa customização à adequação do texto a todos os perfis. A abordagem da temática deve agradar à maioria e, simultaneamente, a cada indivíduo.
O texto, contudo, é produzido pelo ser humano e, conseqüentemente, será imperfeito como seu(s) autor(es). Isso se dá porque o homem coloca, consciente ou inconscientemente, sua subjetividade e suas impressões em tudo que ele faz. Logo, cada indivíduo idealizará a perfeição de maneira singular, ou seja, de acordo com sua visão de mundo e suas experiências.
Cada momento social, histórico ou cultural tem seus padrões de perfeição. A partir daí, depreende-se que, mesmo que o texto seja considerado perfeito em um contexto, ele não o será para sempre. Os valores mudam, as regras sociais mudam e, dessa forma, os conceitos de perfeição também sofrem modificações.
O texto perfeito pode ser considerado uma utopia supervalorizada. O caráter utópico se dá pelo fato de os textos serem produzidos por criaturas que não alcançam a perfeição. A supervalorização desta utopia está presente constantemente – já que todos os produtores de textos almejam uma “fórmula perfeita”, a qual é sempre exigida na sociedade –, em redações de vestibulares, em textos jornalísticos, em poesias e em livros, entre outros.
Valoriza-se muito o aspecto da customização do leitor, ou seja, de fazer o leitor sentir que aquele texto foi elaborado para ele. O texto perfeito, porém, tenta conciliar essa customização à adequação do texto a todos os perfis. A abordagem da temática deve agradar à maioria e, simultaneamente, a cada indivíduo.
O texto, contudo, é produzido pelo ser humano e, conseqüentemente, será imperfeito como seu(s) autor(es). Isso se dá porque o homem coloca, consciente ou inconscientemente, sua subjetividade e suas impressões em tudo que ele faz. Logo, cada indivíduo idealizará a perfeição de maneira singular, ou seja, de acordo com sua visão de mundo e suas experiências.
Cada momento social, histórico ou cultural tem seus padrões de perfeição. A partir daí, depreende-se que, mesmo que o texto seja considerado perfeito em um contexto, ele não o será para sempre. Os valores mudam, as regras sociais mudam e, dessa forma, os conceitos de perfeição também sofrem modificações.
O texto perfeito pode ser considerado uma utopia supervalorizada. O caráter utópico se dá pelo fato de os textos serem produzidos por criaturas que não alcançam a perfeição. A supervalorização desta utopia está presente constantemente – já que todos os produtores de textos almejam uma “fórmula perfeita”, a qual é sempre exigida na sociedade –, em redações de vestibulares, em textos jornalísticos, em poesias e em livros, entre outros.
5 recados de geladeira:
Dialéticaaaaaaaaaa...
Faço letras....amei o texto!
E não preciso falar que está magnífico né??
Beijos
Só uma coisa a dizer: perfeito!
Bjos
Como aprendiz de escritor, às vezes gostou muito do que produzi, por outras fico com aquele sentimento de que poderia ter sido melhor.
Não creio que atingirei a perfeição. Mas posso me aperfeiçoar.
beijos
A construção do texto não acaba depois que o escrito termina de escrevê-lo. Um novo processo se inicia quando o leitor começa a lê-lo. Nesse momento o texto é reconstruído de acordo com o leitor.
Quando você escreve o leitor já está dentro de você. É uma viajem bem louca que, pouco a pouco, a gente vai aprendendo a fazer.
Parabéns pelo post!
É desnecessário dizer que seu texto está ótimo. O problema é que ele me traz dolorosas lembranças...
Haha!
Adolluh-te, linda ^_^
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